quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Redes Sociais, Suas Famas Passageiras e a Interferência na Vida Pessoal


 Muitas, muuuuitas redes sociais!

Olá, caros amigos! Título grande, né?

Cá estou para mais um texto especial e dessa vez quero que vocês imaginem bem onde estou: num clube hípico. Ar livre. Nada de internet. Nada de Thiago no cavalo também, obviamente. Mas trouxe meu computador! É nele que escrevo, é claro. Mas aí surge aquele probleminha básico de se estar no meio do nada: NÃO VAI DAR PRA POSTAR AGORA! E aquele outro probleminha que atinge todas as pessoas que ligam o seu personal computer (hoje em dia até celular!) e estão sem internet: NÃO VOU PODER VER MEU FACEBOOK/TWITTER/GOOGLE +/ASK.FM/TUMBLR (não sei como se lê isso até hoje)/FLICKR (também não sei como se lê) E AFINS!

Qual o pensamento dessa pessoa? “F*DEU, MEU CAMARADA, F*DEU. TÔ PERDENDO ATUALIZAÇÕES, FOTOS, BLABLABLA ETC”.

Pois é, as redes sociais. Pelo título vocês já sabiam que o assunto desse texto seria isso, mas consegui criar um clima e uma expectativa, certo? Ok, não. L

Tem tanta rede social aí hoje em dia. Sites que meio que fizeram a substituição daquela conversa entre duas ou mais pessoas, feita pessoalmente, é claro. Digo “meio” porque não foram totalmente deixadas de lado, é claro. Porém, a comodidade impera.

O mais legal disso tudo é que parece que cada rede social tem seus 15 minutos de fama – ou deveria dizer alguns meses/anos? – e depois de vencer este tal tempo, surgem OUTRAS redes que viram tendência. Um bom exemplo é o nosso querido e “finado” Orkut. Ele ainda existe, verdade seja dita, mas... QUEM AINDA USA? Há três anos, ouso dizer que 8 entre 10 brasileiros tinham seu perfil lá no Orkut. Hoje... Diria que 2 entre 10. E 0,000001 entre 10 devem usar. Culpa do quê, exatamente?

Do Facebook. Surgiu pra ser a rede social master. E é! 

Nesse mesmo tempo, surgiu o Twitter (microblog, que também perdeu um espaço BRUTAL por causa do Facebook), o Google + (que surgiu pra desbancar o Facebook, mas não engrenou... maldito Mark Zuckerberg!), o Ask.fm (uma cópia daquele formspring.me, que tinha como objetivo responder perguntas mandadas por outros usuários de forma criativa pra atingir um sucesso e ser “popular” na web) e o Tumblr (maldita “palavrinha”! É uma espécie de fotolog evoluído que, sinceramente, eu não uso por achar superficial demais) entre outras redes sociais, menos usadas mas, ainda assim, existentes e com adeptos.

O questionamento que eu tanto quero lançar com esse texto é: pra quê tanta comodidade? Não é mais divertido usar menos o Facebook e conversar mais pessoalmente com seus amigos?
O Facebook, o Twitter, o Ask.fm e os outros... durarão quanto tempo? Vieram pra ficar? Talvez para substituir a happy hour com os amigos?

Porque, sinceramente, o que eu mais vejo são coisas do tipo: “AI AMIGA VOU LÁ NO FACEBOOK MUDAR O STATUS DO MEU RELACIONAMENTO AGOOOORAAAAA, BRIGUEI COM O MAURICINHO” e “MAAAANO, SE LIGA NAS FOTOS QUE EU TIREI COM A PATRICINHA, VOU LÁ COLOCAR NO FACEBOOK E NO TWITTER”.

E ESSA CONVERSA FOI PELO CHAT DO FACEBOOK!

Claro, eu não quero regredir, retroceder a evolução das coisas. É realmente mais prático colocar suas fotos no Facebook, é mais digital, sustentável, não gasta papel, não gasta dinheiro pra revelar. É mais fácil publicar seu relacionamento nas redes sociais do que sair gritando com um megafone pra todo mundo ouvir que você brigou com o namorado(a).

Só que fica aquela dica básica deste que vos fala: usem menos o Facebook. Usem mais a cabeça. Saiam do computador, leiam um livro, ouçam uma música (ok, aí pode ser no computador), estudem, interajam PESSOALMENTE. Rede social, quaisquer que sejam, não têm cheiro, são artificiais e você não sai de casa, não tem experiências novas. Com elas, você não vive, apenas navega.

Você pode estar pensando: “Thiago, seu hipócrita! Você tá num clube hípico e tá usando o computador!” 

Ok então... vou aproveitar o ar puro e fresco desse lugar e encerro por aqui.

Grande abraço e até a próxima! J