Muitas, muuuuitas redes sociais!
Olá, caros
amigos! Título grande, né?
Cá estou
para mais um texto especial e dessa vez quero que vocês imaginem bem onde
estou: num clube hípico. Ar livre. Nada de internet. Nada de Thiago no cavalo
também, obviamente. Mas trouxe meu computador! É nele que escrevo, é claro. Mas
aí surge aquele probleminha básico de se estar no meio do nada: NÃO VAI DAR PRA
POSTAR AGORA! E aquele outro probleminha que atinge todas as pessoas que ligam
o seu personal computer (hoje em dia até celular!) e estão sem internet: NÃO
VOU PODER VER MEU FACEBOOK/TWITTER/GOOGLE +/ASK.FM/TUMBLR (não sei como se lê
isso até hoje)/FLICKR (também não sei como se lê) E AFINS!
Qual o
pensamento dessa pessoa? “F*DEU, MEU CAMARADA, F*DEU. TÔ PERDENDO ATUALIZAÇÕES,
FOTOS, BLABLABLA ETC”.
Pois é, as
redes sociais. Pelo título vocês já sabiam que o assunto desse texto seria
isso, mas consegui criar um clima e uma expectativa, certo? Ok, não. L
Tem tanta
rede social aí hoje em dia. Sites que meio que fizeram a substituição daquela
conversa entre duas ou mais pessoas, feita pessoalmente, é claro. Digo “meio”
porque não foram totalmente deixadas de lado, é claro. Porém, a comodidade
impera.
O mais legal
disso tudo é que parece que cada rede social tem seus 15 minutos de fama – ou
deveria dizer alguns meses/anos? – e depois de vencer este tal tempo, surgem
OUTRAS redes que viram tendência. Um bom exemplo é o nosso querido e “finado”
Orkut. Ele ainda existe, verdade seja dita, mas... QUEM AINDA USA? Há três anos, ouso
dizer que 8 entre 10 brasileiros tinham seu perfil lá no Orkut. Hoje... Diria
que 2 entre 10. E 0,000001 entre 10 devem usar. Culpa do quê, exatamente?
Do Facebook.
Surgiu pra ser a rede social master. E é!
Nesse mesmo tempo, surgiu o Twitter
(microblog, que também perdeu um espaço BRUTAL por causa do Facebook), o Google
+ (que surgiu pra desbancar o Facebook, mas não engrenou... maldito Mark
Zuckerberg!), o Ask.fm (uma cópia daquele formspring.me, que tinha como
objetivo responder perguntas mandadas por outros usuários de forma criativa pra
atingir um sucesso e ser “popular” na web) e o Tumblr (maldita “palavrinha”! É
uma espécie de fotolog evoluído que, sinceramente, eu não uso por achar
superficial demais) entre outras redes sociais, menos usadas mas, ainda assim,
existentes e com adeptos.
O
questionamento que eu tanto quero lançar com esse texto é: pra quê tanta
comodidade? Não é mais divertido usar menos o Facebook e conversar mais
pessoalmente com seus amigos?
O Facebook,
o Twitter, o Ask.fm e os outros... durarão quanto tempo? Vieram pra ficar? Talvez para substituir a happy hour com os amigos?
Porque,
sinceramente, o que eu mais vejo são coisas do tipo: “AI AMIGA VOU LÁ NO
FACEBOOK MUDAR O STATUS DO MEU RELACIONAMENTO AGOOOORAAAAA, BRIGUEI COM O
MAURICINHO” e “MAAAANO, SE LIGA NAS FOTOS QUE EU TIREI COM A PATRICINHA, VOU LÁ
COLOCAR NO FACEBOOK E NO TWITTER”.
E ESSA
CONVERSA FOI PELO CHAT DO FACEBOOK!
Claro, eu
não quero regredir, retroceder a evolução das coisas. É realmente mais prático
colocar suas fotos no Facebook, é mais digital, sustentável, não gasta papel,
não gasta dinheiro pra revelar. É mais fácil publicar seu relacionamento nas redes sociais do que sair gritando com um megafone pra todo mundo ouvir que você
brigou com o namorado(a).
Só que fica
aquela dica básica deste que vos fala: usem menos o Facebook. Usem mais a
cabeça. Saiam do computador, leiam um livro, ouçam uma música (ok, aí pode ser no
computador), estudem, interajam PESSOALMENTE. Rede social, quaisquer que sejam, não têm cheiro, são artificiais e você não sai de casa, não tem experiências novas. Com elas, você não vive, apenas navega.
Você pode
estar pensando: “Thiago, seu hipócrita! Você tá num clube hípico e tá usando o
computador!”
Ok então... vou aproveitar o ar puro e fresco desse lugar e
encerro por aqui.
Grande
abraço e até a próxima! J
Faaala, Thiago!
ResponderExcluirBrother, concordo com você, pois o que realmente importa, a mensagem do seu artigo, é: "procure viver!", algo que as pessoas não estão fazendo e trocando por "vivo a vida dos outros".
Internet é legal, mas para tudo nessa vida é preciso ter moderação.
Será que essa nova geração em que tudo se resume em "curtir, compartilhar, publicar" vingará? Tenho lá minhas dúvidas com relação ao tal "progresso" de humanidade...
Na verdade, aparentemente é mais "regresso" do que qualquer outra coisa.
Eu prefiro as relações reais, essas que não são feitas em questão de minutos, pois é o que acontece nas redes sociais.
E é óbvio que elas possuem o lado positivo, mas o que impera acaba sendo a futilidade, mas aí é culpa dos usuários, infelizmente.
Eu vivo batendo nessa tecla de que as pessoas poderiam usar o Twitter e outros meios para compartilhar informações importantes para o povo, como foi até mesmo visto durante a revolução (não gosto dessa palavra, pois o significado dela possui uma terrível contradição, mas é a que ali se encaixa melhor) no Egito.
É claro que o Twitter não serviria/serve somente pra isso, mas é uma ótima ferramenta sabendo como usá-la.
No mais, é melhor que as pessoas leiam livros, estudem, pratiquem exercícios. Façam outras atividades, saiam de suas cavernas!
Abraço, man!